Economia

CURSO BREVE: UMA VISÃO DO CAPITALISMO NA VIRAGEM DO SÉCULO XX PARA O SÉCULO XXI

A UPP - UNIVERSIDADE POPULAR DO PORTO tem o prazer de promover um curso, orientado pelo Professor António Avelãs Nunes, sobre "Uma Visão do Capitalismo na Viragem do Século XX para o Século XXI".

O curso terá 4 sessões totalizando 8 horas, às sextas-feiras das 14.30h às 16.30h, nos dias 22, 29 de out.; 5 e 12 de nov. 2021

As sessões decorrerão de forma presencial e poderão também ser assistidas por videoconferência.

Conhecer a evolução das características do capitalismo ao longo do século XX é uma condição para adquirir uma visão histórica da crise do sistema na fase atual de globalização e do impacto do desenvolvimento científico e tecnológico.

O Professor António Avelãs Nunes é autor de uma vasta e significativa obra na área da economia política, da história da ciência económica e do pensamento económico.

PROGRAMA
I) Capitalismo e Socialismo nas primeiras três décadas do século XX
1. A 1ª Guerra Mundial;
2. A Revolução de Outubro;
3. A República de Weimar;
4. A Grande Depressão;
5.A ascensão do nazi-fascismo.
II) O compromisso do período imediatamente a seguir à 2ª Guerra Mundial
1. revolução keynesiana e o estado social;
2. A teoria da convergência dos sistemas;
3. A contra-revolução monetarista;
4. A ‘crise’ do estado social.
III) A crise actual do capitalismo
1. A globalização-fim-da-História;
2. As implicações do desenvolvimento

Inscrição prévia na Secretaria da UPP - UNIVERSIDADE POPULAR DO PORTO
Rua da Boavista, 736 ■ 4050-105 PORTO
T: 226098641 ■ 963874167 ■ upp.secretaria@upp.ptwww.upp.pt

Tema:

VIDEOCONFERÊNCIAS SOBRE "OS PARAÍSOS FISCAIS" E "FRAUDES NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA"

VIDEOCONFERÊNCIAS COM CARLOS PIMENTA, ECONOMISTA, PROFESSOR UNIVERSITÁRIO EMÉRITO DA FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO:

- OS PARAÍSOS FISCAIS, 18 MARÇO , QUINTA-FEIRA, 18h00
- FRAUDES NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA, 25 MARÇO , QUINTA-FEIRA, 18h00

A UPP - Universidade Popular do Porto tem o prazer de anunciar para os dias 18 e 25 de Março duas conferências online sobre offshores e fraudes com a participação de Carlos Pimenta, autor de vasta obra sobre esses temas e sócio fundador do Observatório de Economia e Gestão da Fraude.

Para cada conferência será enviado previamente aos inscritos um texto introdutório sobre o tema.

Entre as duas videoconferências, na sessão de Cinema no Confinamento de domingo dia 21 de Março, será analisado o filme “Nada é Privado - O Escândalo da Cambridge Analytica”, com comentários dos participantes.

As videoconferências são de entrada livre ainda que sujeita a inscrição prévia com envio de email para upp.secretaria@gmail.com

Consulte no folheto ou no cartaz anexo os resumos programáticos de cada videoconferência.
INSCREVA-SE!

1 8 M A R Ç O , Q U I N TA - F E I R A , 1 8 h 0 0
b>Os Paraísos Fiscais
Os Paraísos Fiscais são espaços geográficos de sigilo e redução dos impostos pagos. Têm uma grande importância na atual fase da globalização. A sua existência é legal apesar de serem espaços de ilegalidade e de expansão da criminalidade organizada internacional.
Na apresentação procurar-se-á
• explicar o que são, como são e analisar o seu significado
hoje em termos qualitativos e quantitativos.
• Importância e significado na União Europeia e em Portugal.
• Como combater tal situação e possibilidades de sucesso.

2 5 M A R Ç O , Q U I N TA - F E I R A , 1 8 h 0 0
As Fraudes na Sociedade Contemporânea
Começando por caracterizar a fraude na apresentação, procurar-se-á mostrar como estamos rodeados de fraude por todos os lados e o seu impacto na vida quotidiana de todos nós.
As fraudes e as suas mudanças qualitativas ao longo dos anos.
Breve referência da pandemia sobre alguns tipos de fraude.
Debate sobre como combater.

Tema:

“O que temos andado a fazer?” - Sobre a CONFERÊNCIA "A Economia da Felicidade como Solução"

A CONFERÊNCIA "A Economia da Felicidade como Solução" realizou-se no dia 07 de Outubro, em formato presencial e por videoconferência.
O conferencista Gabriel Leite Mota, doutorado em Economia da Felicidade, perante um audiência atenta na sala da UPP e à distância por forma mediática, discorreu sobre esta teoria que defende que a economia enquanto ciência social necessita dos contributos da filosofia e da psicologia para incorporação nos modelos económicos da noção de felicidade como meta, calibrando as políticas económica nessa direção, criticando o atual modelo económico que apresenta ao PIB como o principal indicador, assente no crescimento e na produtividade, induzindo a acumulação de bens sem limites, desperdício, esgotamento de recursos constituindo uma ameaça à sustentabilidade ambiental.
Gabriel Leite Mota sublinhou haver evidência científica de que a felicidade é um sentimento humano, igual entre todos os seres humanos, que pode ser medido e cujos determinantes bioquímicos são iguais. A única coisa que difere são as formas individuais, ou sociais, de atingir essa felicidade, que têm variações geográficas e temporais, apesar de encontrarmos muitos determinantes sociais comuns. Esta constatação facilita a ideia de sermos todos iguais, pertencentes ao mesmo sistema humano. E permite que avancemos com políticas globais de melhoria da felicidade dos povos.
De acordo com os estudos enunciados, a promoção da democracia, a diminuição da discriminação e o respeito pelas escolhas individuais, uma melhoria na distribuição do rendimento, o preservar e potenciar de relações pessoais de qualidade (capital relacional), o aumento do capital social (a confiança nos estranhos e nas instituições), o aumento da paz, a conciliação da vida profissional com a vida pessoal, a dignidade laboral (salarial, de funções e de respeito mútuo entre profissionais), a aposta na saúde mental e preventiva e a diminuição da pressão consumista (uma vez satisfeitas as necessidades básicas de alimentação, habitação, saúde e educação), são as vias certas para o aumento da felicidade. Quanto mais este caminho for trilhado, menos espaço há para o aparecimento dos frustrados violentos.
Os indicadores de felicidade deverão substituir os indicadores da economia tradicionais e novos indicadores de desenvolvimento devem surgir para que a economia contribua para promover a democracia, a liberdade e a participação social, aumente a esperança de vida, garanta a paz e a segurança, acabe com a pobreza, diminua as desigualdades sociais, diminua o desemprego, a solidão, o crime e a violência, pechas de um modelo que não tem a felicidade como objectivo último.
Defendendo, em suma, que as políticas económicas devem ser avaliadas pelo impacto na felicidade, sendo este o percurso que aumentará o conhecimento, rigor e utilidade da ciência económica.
Sublinhando ainda a fragilidade histórica, do conceito programático do PIB - produto interno bruto de Kruznets, Gabriel Leite Mota deixou a inquietação da métrica da economia da felicidade que, segundo o autor, deverá trazer para o discurso económico a eficiência na produção de vidas felizes.

Mais fotos em https://www.facebook.com/UniversidadePopulardoPorto/posts/35756710391798...

Tema:

Ficheiros: 

Os Caminhos da Social-Democracia Europeia

Os caminhos da social-democracia europeia

A Editora Página a Página e a Universidade Popular do Porto têm o prazer de o(a) convidar para a sessão de apresentação da obra Os caminhos 
da social-democracia europeia de António Avelãs Nunes, no próximo dia
12 de Abril, sexta-feira, pelas 17.45 horas. A sessão conta com a presença do autor e apresentação
 de Sérgio Ribeiro.

CONFERÊNCIA DE SÉRGIO RIBEIRO: Uma leitura (no ano do bicentenário de Marx) sobre ética e estética - O “bom” e o “bonito” em economia

Segunda feira, 09 de Julho 2018, às 18 horas, na UPP

Em intervenção num painel – Economia & Direito: entre ética e estética –, de acção de formação de professores com o título genérico Ética & Estética: leituras possíveis, apoiei a minha leitura possível em textos de Marx, nomeadamente nos Manuscritos de 1844. Assim me embrenhei, de novo, no processo que, iniciado documentalmente com as cartas do jovem estudante a seu pai, tem um patamar em 1867 com a publicação do Livro 1º de O Capital, e está inacabado porque é inesgotável… e imparável. Essa participação serviu para assinalar o segundo centenário do nascimento de Marx, e serve, desde que adaptada, a outros espaços de exposição e debate onde tal se queira assinalar.

Podem identificar-se duas leituras possíveis de ética e estética (com sub-leituras) nos contextos, textos e termos da área do conhecimento que se usa chamar economia. Exponho, para abrir debate, uma leitura – de economista por profissão, deformação e formação – que se escora no processo marxista de crítica da economia política (em necessária permanente actualização), partindo sempre dos seus conceitos teóricos e análises de funcionamento, versus leituras tecno-pragmáticas pouco éticas e nada estéticas, ou melhor, que escondem uma moral sua e uma estética de élite, sob manto de enganadoras e públicas bondades e diáfanas e privadas belezas.

Sérgio Ribeiro

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